Wescley Garrett

ETAPA 2 DE 6

Estruturação dos dados

A análise depende de uma base em que a gestão possa confiar.

Numa empresa, a mesma venda costuma aparecer em mais de um lugar. O PDV registra o pagamento, o ERP registra a nota, o CRM registra o contato com o cliente, e a planilha do gerente guarda o que ele achou importante anotar. Cada fonte conta uma parte da história, com nomes, datas e códigos próprios.

Quando essas partes não conversam, a mesma pergunta recebe respostas diferentes conforme o relatório que se abre. O cliente aparece duas vezes com grafias distintas, o produto muda de código de um sistema para outro, e o faturamento do mês não fecha com o do financeiro. A reunião acaba discutindo qual número está certo, e a decisão fica para depois.

A estruturação parte das perguntas definidas na cultura analítica. Primeiro vejo quais dados elas exigem, onde cada um nasce e com que qualidade chega. Depois organizo esses dados numa base única, com regras claras de cadastro, de nomenclatura e de atualização.

Quando a operação pede, a estruturação inclui integrar as fontes de forma automática e desenhar uma arquitetura de dados proporcional ao tamanho da empresa. Muitas vezes uma exportação periódica bem organizada resolve. Em outros casos faz sentido conectar os sistemas diretamente. A escolha depende do volume de informação, da frequência das decisões e de quem vai manter a base funcionando.

O que faço

O resultado

A empresa passa a ter uma base em que os números batem entre si e cada informação tem origem conhecida.

A partir daí, a reunião deixa de discutir qual número está certo e passa a discutir o que fazer com ele.

A conversa começa pelo WhatsApp.

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