ETAPA 3 DE 6
Análise de dados
A análise começa por uma pergunta do negócio, antes de abrir qualquer planilha.
Com a base organizada, dá para olhar o que a operação produziu e procurar o que não aparece no dia a dia: padrões de comportamento, desvios em relação ao esperado, problemas que se acumulam devagar e oportunidades que ninguém mediu.
Uma análise útil sempre compara alguma coisa. A empresa com ela mesma ao longo do tempo, uma unidade com outra, um grupo de clientes com outro, um vendedor com a média da equipe. O que merece atenção aparece na diferença.
Em empresas que vivem de clientes recorrentes, a análise costuma começar pela recorrência e pela retenção, porque é ali que se decide o faturamento dos próximos meses. Em outros casos o ponto de partida é o comercial, com o desempenho de cada produto e canal de venda, ou a operação, com ocupação, produtividade e as perdas que passam despercebidas.
Cada achado vem com o tamanho do efeito e com o quanto dá para confiar nele. Uma diferença pequena numa base pequena pode ser acaso, e tratar acaso como tendência leva a decisão errada.
O que faço
- Traduzo as perguntas do negócio em hipóteses que os dados podem confirmar ou descartar;
- Analiso o comportamento dos clientes, a recorrência e a retenção;
- Comparo o desempenho de produtos, serviços, canais e equipes ao longo do tempo;
- Identifico padrões, desvios e perdas que não aparecem nos relatórios de rotina;
- Separo o que é tendência do que é variação normal do período;
- Apresento cada achado com a leitura do que ele significa para a gestão.
O resultado
A gestão passa a enxergar o que os relatórios de rotina não mostram, com a medida de cada efeito e a indicação do que vale olhar primeiro.
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