Wescley Garrett

CASES

Do problema ao resultado

Cada caso segue o mesmo caminho: o problema, os dados disponíveis, a análise, a inteligência gerada, a decisão e o resultado.

Os casos reais entram aqui quando o cliente autoriza a publicação. Até lá, esta página mostra exemplos de aplicação. Empresas, nomes e números são ilustrativos.

EXEMPLO DE APLICAÇÃO · SALÃO DE BELEZA

As clientes que mais gastavam estavam sumindo sem ninguém notar

  1. 01 · PROBLEMA

    O faturamento vinha caindo devagar havia três meses, sem queda no número de atendimentos. A agenda parecia cheia, e a dona sentia que o movimento estava normal.

  2. 02 · DADOS DISPONÍVEIS

    A agenda dos últimos dezoito meses no sistema do salão, com cliente, serviço, profissional, data e valor de cada atendimento.

  3. 03 · ANÁLISE

    Cada cliente foi comparada com o próprio intervalo entre visitas. Doze das quarenta clientes que mais gastavam tinham passado do próprio ritmo, e os horários delas estavam sendo ocupados por clientes novas, de serviços mais baratos.

  4. 04 · INTELIGÊNCIA GERADA

    A queda tinha nome: doze clientes do topo fora do ritmo, escondidas por uma agenda que continuava cheia.

  5. 05 · DECISÃO

    Cada uma recebeu contato da profissional que a atendia, com um horário sugerido pelo ritmo dela. A lista de clientes do topo fora do ritmo passou a ser revista toda segunda-feira.

  6. 06 · RESULTADO

    Sete das doze voltaram em trinta dias. A lista semanal virou rotina, e a comparação é feita com as clientes do topo que saíram do ritmo antes e não receberam contato.

EXEMPLO DE APLICAÇÃO · CLÍNICA ODONTOLÓGICA

Orçamentos que ninguém retomava depois da consulta

  1. 01 · PROBLEMA

    A clínica apresentava muitos planos de tratamento e tinha a sensação de que poucos fechavam. Ninguém sabia quantos, nem quais.

  2. 02 · DADOS DISPONÍVEIS

    O sistema da clínica, com os orçamentos apresentados, aprovados e recusados, a data de cada um, o profissional e o valor.

  3. 03 · ANÁLISE

    Os orçamentos foram separados por faixa de valor, por profissional e pelo tempo entre a apresentação e a resposta. Quase todas as aprovações aconteciam nas três primeiras semanas, e os planos de valor mais alto fechavam bem menos com um dos profissionais.

  4. 04 · INTELIGÊNCIA GERADA

    Os pacientes desta clínica decidem dentro de uma janela curta, e a clínica não fazia contato nenhum dentro dela.

  5. 05 · DECISÃO

    Todo orçamento em aberto passou a ter um contato da recepção marcado dentro da janela. A apresentação dos planos de valor mais alto foi revista com o profissional, caso a caso.

  6. 06 · RESULTADO

    A conversão de orçamentos passou a ser lida todo mês, por faixa de valor e por profissional. Os orçamentos retomados dentro da janela fecharam mais do que os do trimestre anterior, e a diferença entre profissionais diminuiu.

EXEMPLO DE APLICAÇÃO · LOJA DE MODA

A cliente nova que nunca fazia a segunda compra

  1. 01 · PROBLEMA

    A loja investia em anúncios e trazia clientes novas todo mês, mas a base de clientes ativas não crescia.

  2. 02 · DADOS DISPONÍVEIS

    O cadastro de clientes no PDV, com CPF na venda, as peças, as categorias, os valores e as datas de cada compra.

  3. 03 · ANÁLISE

    Cada cliente nova foi acompanhada desde a primeira compra. A maioria não voltava, e entre as que voltavam, quase todas voltavam até 45 dias depois da primeira compra.

  4. 04 · INTELIGÊNCIA GERADA

    A captação funcionava. A perda estava entre a primeira e a segunda compra, numa janela de 45 dias que a loja não usava.

  5. 05 · DECISÃO

    Toda cliente nova entrou numa fila de pós-venda, com contato da vendedora dentro da janela e sugestão de peças ligadas ao que ela levou. Parte da verba de anúncio foi para esse acompanhamento.

  6. 06 · RESULTADO

    A taxa de segunda compra virou o indicador do mês e subiu nos meses seguintes. A loja passou a saber quanto vale pagar por uma cliente nova.

EXEMPLO DE APLICAÇÃO · PADARIA

Pão que sobrava na segunda e faltava no sábado

  1. 01 · PROBLEMA

    A padaria jogava fora produção no começo da semana e perdia venda no fim de semana, produzindo a mesma quantidade todos os dias.

  2. 02 · DADOS DISPONÍVEIS

    As vendas do PDV por produto e por hora, e a planilha de produção diária da cozinha.

  3. 03 · ANÁLISE

    A venda de cada produto foi cruzada com o que foi produzido, por dia da semana e por faixa de horário. A sobra se concentrava na segunda e na terça, e a falta, no sábado de manhã.

  4. 04 · INTELIGÊNCIA GERADA

    A produção era fixa, e a demanda seguia um padrão semanal claro e estável.

  5. 05 · DECISÃO

    A produção passou a seguir uma tabela por dia da semana, revista todo mês com os dados de venda. No sábado, entrou uma segunda fornada às dez da manhã.

  6. 06 · RESULTADO

    Sobra e falta passaram a ser anotadas todo dia. A sobra do começo da semana caiu, e o sábado deixou de ficar sem pão antes do meio-dia.

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